PASSEIOS

ENCONTRO DAS ÁGUAS

Lugar de beleza sem igual, onde os rios Amazonas e Tapajós nao se misturam. De um lado o Amazonas de águas barrentas e do outro lado o Tapajós de águas azul-esverdeada.  

CANAL DO JARI

A viagem de barco a motor pelo Rio Amazonas, na região noroeste da cidade de Santarém, mas do que nostálgica revela lugares peculiares como o Canal do Jari, distante 2 horas do centro do município.

Paraíso ecológico das águas barrentas o ambiente une num mesmo cenário a beleza singular das vitórias-régias e suas folhas circulares e flores de odor adocicado com a leveza das garças, reunidas em enormes bandos na margem.

Com uma vasta biodiversidade aquática o Canal do Jari desponta como um ótimo lugar para pescar atraindo adeptos da pesca artesanal com linha e anzol e pescadores profissionais. A fartura na água também leva ao local centena de aves, entre elas jaçanãs e socós. Alguns destes pássaros aproveitam a vegetação ciliar composta por árvores frondosas, troncos caídos e capim para montar seus ninhos.

Na margem o modo de vida é simples e caboclo. Os moradores destas localidades possuem forte expressão cultural e religiosa. Valorizam as datas religiosas, os dias santos e as comemorações como os festivais que evidenciam a produção agrícola familiar. Dentre as festas destaque para o Festival da Laranja, de Carariacá

LAGO DO MAICÁ

Distante 20 minutos em barco-motor pelo Rio Amazonas, o Lago do Maicá, ao leste do município de Santarém é um refúgio natural. Ligado a um conjunto de outros lagos o canal abrange em toda sua dimensão rica mostra da fauna e flora amazônicas. A área de várzea mais do que um paraíso aquático é um importante berçário para centenas de espécies.
As águas do Maicá são repletas de peixes. A fartura no lago atraí bandos de mergulhões, curicacas, marrecas e tantos outros pássaros que na busca por alimento proporcionam um espetáculo colorido e sonoro. O bale das aves continua na margem entre os troncos e folhas das árvores centenárias. São ninhos de gaviões-reais, araras, garças, anuns, jaçanãs,jacu-ciganos e socós. A mata ciliar também esconde preguiças, macacos e iguanas. As vitórias-régias de todos os tamanhos formam enormes tapetes que se estendem por vários metros, um jardim de vida.
Durante o passeio fluvial ao lago o turista pode optar entre a pesca da piranha preta abundante no local, contemplar a diversidade de pássaros aninhados na margem e no rio ou ainda visitar as tradicionais comunidades da área. Em todos os casos sempre convém levar uma câmera fotográfica porque o roteiro é certeza de boas imagens.

IGARAPÉ - A₢Ú

A localidade é conhecida pela típica paisagem amazônica, casebres, flona e modo de vida cabocla.

PIXUNA DO TAPARÁ

Comunidade localizada no Oeste do Pará, passou a desenvolver a partir de 2002 iniciativas de manejo e conservação do Pirarucu na natureza. Atualmente moram 76 famílias de pescadores, que além da pesca vivem das atividades da criação de pequenos animais e da agricultura de base familiar no período do verão. Utilizam equipamento de pesca como malhadeiras que são usadas apenas nos meses de abril a julho para a pesca do tambaqui e nos meses de junho a agosto para a pesca do pirarucu, além dos arpoes. Nos outros meses a pesca é permitida somente para subsistência, onde são utilizados o espinhel e o caniço para as demais espécies, ficando fora apenas a pesca do pirarucu.      

CACHOEIRA DO ARUÃ - RIO ARAPIUNS

Cachoeira do Aruã é uma comunidade ribeirinha localizada na região do Rio Arapiuns, distante a 100 km, do município de Santarém, Oeste do Pará.

A comunidade tem um Posto de Saúde, uma Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora de Nazaré, uma igreja Católica e outra Evangélica e também dois times de futebol o Santa Cruz e o Internacional. A comunidade conta com uma Micro Central Hidrelétrica (MCH) que abastece 170 famílias da região, a viagem para a Cachoeira do Aruã poder ser feita com duração de 5 horas de lancha e 9 horas de barco.

A Cachoeira do Aruã tem duas quedas d´águas cristalinas atraindo turista de vários países e estados do Brasil. A comunidade vive da extração de madeira e agricultura familiar, através da fabricação de farinha e produtos artesanais.

O potencial turístico é explorado pela pousada Aconchego do Aruã, que contem, cinco chalés, restaurantes servindo pratos típicos da região e uma piscina natural para atender os turistas.

RESEX 

TAPAJÓS-ARAPIUNS

O Rio Arapiuns é uma aventura inigualável por suas exuberantes margens de formações rochosas, suas belíssimas praias desertas e longas dunas de areia que se estendem por dezenas de metros. Nesse maravilhoso cenário se encontram comunidades que produzem manualmente seus próprios artesanatos de palhas usando sementes e raízes para coloração e decoração, comunidades que criam tartarugas, abelhas, peixes e praticam ecoturismo de nível internacional.

Gigante de águas cristalinas e azuladas, o Rio Arapiuns encanta logo ao primeiro contato. Difícil é navegar por ele sem querer desembarcar em suas ermas praias de alvas areias, vistas principalmente a partir do mês de junho, período da vazante na região.

Bucólico, o Arapiuns esconde segredos como às selvagens corredeiras de Aruã e Anuã situadas no perímetro final da parte navegável. Nesse ponto as calmas águas tornam-se intensas e vigorosas, revelando toda a magnitude do rio num belo espetáculo. Formam paralelamente outro reduto natural, a cachoeira do Aruã. É a partir daí também que o Arapiuns passa a ser o rio de dois nomes, ganha o mesmo título da queda-d'água.

Mais do que um atrativo turístico, o rio é via de acesso para várias comunidades agroextrativistas. Sendo o Arapiuns pobre em pescado, os comunitários aprenderam a tirar da floresta artifícios para a fabricação de cestaria e artesanatos. A matéria-prima vem de cipós e palhas, como a do tucumã que nas mãos das mulheres caboclas viram cestos de tamanhos e cores diferentes.

Em algumas localidades é possível fazer trekking. Realizado entre castanheiras, seringueiras, bandos de araras e macacos, borboletas e preguiças o passeio na mata é uma aula sobre a Amazônia, ministrada por quem melhor entende dela, os próprios comunitários. As trilhas na floresta também escondem surpresas, lagos e igarapés de águas límpidas e geladas, bastante atraentes para um banho refrescante. Vale a pena conhecer o Arapiuns.

ROTA DAS PRAIAS

Maracanã: É a praia de água doce e areia branca. O balneário mais próximo do centro de Santarém, localizado a cerca de 10 km do centro comercial. Numa vila de pescadores o local é cercado de barracas, restaurantes e bares.

Na seca uma grande ponta de areia se estende até as águas barrentas do Amazonas. Na cheia o rio costuma chegar nas portas das residências dos pescadores.

A praia é conhecida por oferecer opções em bares e restaurantes. No local é servido o famoso Charutinho, um peixe parecido com a sardinha, frito e acompanhado de farofa e vinagrete. O banhista também poderá degustar as caldeiradas de peixes da região.

Durante a semana famílias tem o hábito de freqüentar o balneário, é um local tranqüilo e agradável. Nos fins de semana a praia fica lotada, e geralmente há shows de bandas locais.

Há uma linha de ônibus que leva os banhistas até a praia, a viagem demora cerca de 20 minutos. Os ônibus circulam durante o dia e até as 23h00.

O turista também pode optar por táxis que sempre aguardam passageiros na entrada da praia.

Pajuçara: A praia do Pajuçara tem enormes dunas de areias alvas, e águas profundas e mornas.

Apesar de ser uma praia deserta é muito procurada pelos banhistas.

Tem um restaurante que serve comidas regionais, e bebidas.

O acesso à praia pode ser feito através de veículos ou de barcos.

Lago do Juá: Depois do Maracanã é a segunda praia mais próxima do centro de Santarém sendo também possível o acesso via Maracanã ou de ônibus que sai do centro da cidade.

O lago do Juá é bem conhecido por pescadores e pela beleza da vegetação que o cerca.

O acesso pode ser feito por estrada ou de barco.

Carapanarí: Balneário deserto localizado a cerca de 8,5 km de Santarém. Água límpida e areias brancas a praia se estende no sopé de um morro.

É comum observar pescadores em pequenas canoas. Fica numa ponta de areia que permite a contemplação do pôr do sol.

Dispõe de serviços de bares e ou restaurantes, Casa do Saulo Restaurante

É possível chegar ao balneário de barco fretado ou em carros particulares.

Arariá: A partir desta praia somente é possível o acesso de veículo particular, a pé a partir da praia do Juá ou de barco fretado em Santarém.

Ponta de Pedras: Este balneário é muito conhecido por enormes de bauxita que se erguem na areia branca. Conforme a época do ano é possível avistar as rochas negras.

A vila de Ponta de Pedras é conhecida pelo 'Festival do charutinho' que ocorre anualmente e atrai muitos banhistas.

A praia oferece pousadas com preço acessível, além de bares e restaurantes. A culinária da região pode ser apreciada através de pratos como: Tucunaré no escabeche, ou na manteiga, caldeirada ou o prato mais famoso da aldeia: Charutinho.

Além das comidas regionais o banhista também pode degustar doces de frutas nativas como cupuaçu e caju. O turista pode chegar ao balneário através de ônibus. A estrada que liga a praia à Santarém é de fácil acesso e boa trafegabilidade.

Ponta do Cururu: É uma extensão de areia branca Tapajós adentro. A praia fica bem próxima ao balneário de Alter do Chão.

Outro atrativo do local é a observação dos botos ao entardecer. O local não oferece serviços de bar e restaurantes. Só é possível chegar a este balneário através de barco.

Alter do Chão: É a praia mais conhecida de Santarém. E mundialmente divulgada como o Caribe Brasileiro.

Tem uma Vila pequena e tranqüila, com hotéis, pousadas e albergues.

FLONA

Fundada em 1972 a Floresta Nacional do Tapajós (Flona), é uma importante área de preservação localizada nos limites dos municípios de Belterra, Aveiro, Placas e Ruropólis. Ao longo dos seus 650.000 hectares é possível encontrar espécies variadas de plantas e animais característicos da região amazônica. O acesso a unidade é feito a partir de Santarém. De barco ou carro a viagem a Floresta Nacional do Tapajós (FLONA) sempre impressiona. Do rio é possível avistar praias de águas claras e areias brancas. Da terra árvores frondosas e gigantescas, igarapés, igapós e comunidades peculiarmente caboclas que fazem da natureza sua base de subsistência. Localizada nos limites dos municípios de Belterra, Aveiro, Ruropólis e Placas no Oeste do Pará a área com mais de 600.000 hectares é uma ótima opção de roteiro para os adeptos do ecoturismo. Além de reunir centenas de espécies a unidade de conservação possuí atrativos únicos que não estão limitados somente a conhecer espécies vegetais e animais amazônicos.

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